sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Refletir no passado para concerta o futuro.

Com o crescimento populacional mundial, e a descoberta de novas terras na América e posteriormente na Oceania, onde os navegadores já tinham o hábito de dimensionar frota de caravelas para ir em busca de novas terras ou transportar especiarias, as pessoas migravam para o novo mundo e assim fundarem grandes cidades que foram se expandindo e tendo necessidade de se locomover a grandes distancias, surgiram assim primeiras carruagens públicas, surgiram em Paris no ano de 1666.
Dando o inicio ao tipo de transporte coletivo mais usado no Brasil o ônibus, afinal processo de evolução dos motores, esta relacionada à força de um cavalo ou vários cavalos dependendo da potência do motor, assim foi-se evoluindo o ônibus com as mesmas grandezas físicas: de força, velocidade, espaço e tempo. Da carroça veio o veiculo a vapor, surgiram os bondes e por ultimo o ônibus convencional como conhecemos e implantamos no nosso sistema de transporte, que precisa ser controlado, para ter uma boa trafegabilidade. O grande problema de dimensiona uma frota de ônibus é o engarrafamento atrasa o andamento do sistema, que precisa ser continuo, para ser preciso , mais nós temos um exemplo tão eficiente como é de Curitiba, então não seria mais pratico deixa as ruas mais largas com faixas exclusiva de ônibus, cortando toda a cidade sem interrupções, priorizando o coletivo e não o transporte individual motorizado pode ser a solução para o caos que ta ficando, os ônibus com horários controladas indo e voltando com maior rapidez, seduzindo as pessoas a usa o transporte coletivo para ir ao trabalho e deixando o carro para passeio. Esse sistema do qual vós escrevo foi implantado de forma equivocada em Manaus e ficou batizada como ”estresso”, se em Curitiba e em Bogotá funciona, não seria bom rever os erros cometidos, e fazer pistas exclusivas para ônibus, já que metrô e o monotrilho vivem sempre em discussão e não se resolve nada, o tempo não para, não podemos ficar parado no espaço e perder-mos o tempo de 2014, porque o tempo é agora nesse espaço.

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