Orlando Freire Neto
A configuração dos sistemas de transporte tem forte influência na ocupação e uso do solo, influenciando na eficiência econômica das cidades e a qualidade de vida da população. Dessa forma, é muito importante o planejamento adequado do sistema de transportes de uma cidade, com ênfase no sistema de transporte público coletivo, tendo em vista sua função estruturadora. O planejamento do transporte público envolve os três níveis de planejamento: estratégico, tático e operacional. O estratégico abrange a definição dos modos de transporte público coletivo a serem utilizados, a localização geral dos itinerários, de estações e terminais. O nível tático trata da escolha do tipo de veículo, enquanto o operacional opera maiores detalhes, e concentra-se na programação da operação do sistema. O planejamento de transporte público deve estar concentrado na avaliação do equilíbrio entre a demanda e a oferta das linhas já existentes, e em adequações para melhoria do sistema.
Com relação às características da cidade de Manaus e de seu sistema de transporte, destaca-se a explosão demográfica nos últimos anos em nossa cidade, que originaram bairros novos em regiões não atendidas pelo Sistema de Transportes. Como forma de minimizar o problema e adaptar uma nova configuração urbana, foram criadas linhas de atendimento a estes novos bairros. Porém, este processo ocorreu sem um planejamento e estas linhas muitas vezes competiam entre si. Em muitos casos as linhas de ônibus tinham trechos coincidentes, no qual a maioria das linhas possuía ponto final ou de retorno no centro da cidade. Estes itinerários resultam do próprio desejo da população de ir para o centro, em função das atividades lá localizadas.
Com relação às características da cidade de Manaus e de seu sistema de transporte, destaca-se a explosão demográfica nos últimos anos em nossa cidade, que originaram bairros novos em regiões não atendidas pelo Sistema de Transportes. Como forma de minimizar o problema e adaptar uma nova configuração urbana, foram criadas linhas de atendimento a estes novos bairros. Porém, este processo ocorreu sem um planejamento e estas linhas muitas vezes competiam entre si. Em muitos casos as linhas de ônibus tinham trechos coincidentes, no qual a maioria das linhas possuía ponto final ou de retorno no centro da cidade. Estes itinerários resultam do próprio desejo da população de ir para o centro, em função das atividades lá localizadas.
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