Thiago Gomes Silva
Não é possível ter lucro produzindo um bem sem poder transportá-lo, assim como o lucro está ligado à economia o transporte de cargas também estará.
A análise de mercado parte de um mercado ideal, chamado mercado de concorrência perfeita, este mercado é muito utópico, por possuir características difíceis no mundo real, onde não há interferências tanto internamente como externamente. Ora se o aumento dos impostos e efeitos da economia global interferem no preço, fica óbvio que o mercado de concorrência perfeita não pode ser utilizado como parâmetro para gerenciar cargas.
Muitas vezes em um mercado é preciso fazer um alto investimento que um numero pequeno de empresas estão a fornecer, logo um mercado assim é mais arriscado para uma empresa de transporte de carga, devido a limitação de parceiros. Também muitas vezes a empresa não produz a mesma quantidade de bens por ano, devido às oscilações do mercado, pensando nisto a terceirização do transporte de carga se faz necessária.
A melhor forma de utilizar o transporte é usá-lo em sua máxima eficiência e não no máximo tempo possível, por causa da depreciação, que é o custo causado pelo envelhecimento e obsolescência do equipamento. Os que falam que é preciso usar menos para conservar estão errados, sendo que se pensarem assim estão ocasionando um custo duas vezes maior, a depreciação e o custo de oportunidade, pois poderia estar lucrando em vez de o transporte estar parado.
Pensar no tipo de carga é muito importante, pois colocar uma carga no transporte errado pode aumentar os custos da carga, do transporte e da infra-estrutura. Detalhes como massa específica da carga, estado da carga e dimensões da carga são dados imprescindíveis e, portanto, devem ser coletados.
Não existe empreendedorismo sem lucro e logicamente não existe produção sem transporte.
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