segunda-feira, 9 de agosto de 2010

PLANEJANDO O TRANSPORTE

Roberto Fernandes e Silva Junior

Tendo em vista que o nível de serviços de transporte é definido como um indicador da qualidade de serviço do transporte. Em termos econômicos, oferta que dizer intenção de uma ou mais pessoas de colocarem alguma coisa á disposição de quem quer que seja, enquanto a demanda por transporte é o desejo de uma entidade de locomover alguma coisa de um lugar para o outro, isso pode estar relacionado á uma dada modalidade de transporte ou a uma determinada rota. Somente a parti do equilíbrio entre oferta e demanda no sistema de transporte é que podemos estimar o fluxo, o tempo, e o custo da viagem entre cada par de origem e destino.

Nota-se o problema que a demanda por transporte é conseqüência de outras demandas, tais como a necessidade de trabalhar, de estudar, de fazer compras, de ir ao cinema, ou do desejo de fazer turismo. São raras as vezes que alguém se locomove apenas pelo prazer de se locomover. Vêem ao caso a cidade de Manaus onde a demanda dos transportes coletivos é de bastante precariedade, havendo uma menor procura por esse serviço oferecido é uma busca ainda maior por um meio de obter um transporte individual, congestionando ainda mais as principais vias da cidade, hoje a cidade tem um numero de veículos particular enorme em relação ao de veículos coletivos. O transporte fluvial deveria ser bem mais desenvolvido para dar mais opção e diminuir o tempo dos passageiros de um destino a outro.

Como nossa cidade será uma das sub-sedes para copa do mundo de 2014, a missão para que tudo de certo, será espinhosa e é preciso enxerga a ação pública além dos números e perceber que o espetáculo depende muito mais do “por que fazer”, do “como fazer” e do “onde fazer” do que as especulações sobre “quando” e “quanto”. Ainda mais importante do que ter dinheiro, é saber gastá-lo adequadamente e em projetos que tragam soluções para transforma nossa cidade. Com base na infra-estrutura do projeto é preciso se ter um bom planejamento para que não se tenha gastos abusivos nas obras previstas em nossa cidade.

O desafio de enfrentar a escassez de recursos para investimento públicos e a necessidade de equilíbrio fiscal do estado do amazonas e de ter um novo olhar para o planejamento dos transportes, como o desenvolvimento de pesquisas, estudos e projetos que promovam a integração dos sistemas de transportes, para se ganhar eficiência, realizando mais com menos e investindo em ações que custam pouco e apresentam resultados em pouco tempo.

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